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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Ipê e sua grande utilidade.



Os médicos tradicionais vêm com reservas o uso medicinal do ipê-roxo. Para o oncologista Gilmar Nepomuceno Araújo, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCC), “falta comprovação científica efetiva da eficácia e ainda não sabemos sobre os efeitos tóxicos e alérgicos e se há interferência com outros medicamentos”. Por isso, não recomenda. “Se o paciente quiser usar alguma terapia alternativa, não proíbo, desde que ele não abandone o tratamento tradicional”. 
Controvérsias à parte, o ipê-roxo correu o mundo e, com ele, o pesquisador Walter Accorsi, hoje com 92 anos e boa saúde. Só ao Japão – onde o chá de pau-d’arco foi patenteado há 20 anos - foi quatro vezes. Na última delas, no ano passado, para ser homenageado diante de mais de mil pessoas. Apaixonado por plantas e, em especial, pelo ipêroxo, o mestre de várias gerações não esconde a indignação diante de duas omissões: a do governo brasileiro, que não explora a nossa flora, e a dos grandes laboratórios, que não se interessam pelo ipê-roxo como remédio contra o Os médicos tradicionais vêm com reservas o uso medicinal do ipê-roxo. Para o oncologista Gilmar Nepomuceno Araújo, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCC), “falta comprovação científica efetiva da eficácia e ainda não sabemos sobre os efeitos tóxicos e alérgicos e se há interferência com outros medicamentos”. Por isso, não recomenda. “Se o paciente quiser usar alguma terapia alternativa, não proíbo, desde que ele não abandone o tratamento tradicional”. 
Controvérsias à parte, o ipê-roxo correu o mundo e, com ele, o pesquisador Walter Accorsi, hoje com 92 anos e boa saúde. Só ao Japão – onde o chá de pau-d’arco foi patenteado há 20 anos - foi quatro vezes. Na última delas, no ano passado, para ser homenageado diante de mais de mil pessoas. Apaixonado por plantas e, em especial, pelo ipêroxo, o mestre de várias gerações não esconde a indignação diante de duas omissões: a do governo brasileiro, que não explora a nossa flora, e a dos grandes laboratórios, que não se interessam pelo ipê-roxo como remédio contra o câncer.Os médicos tradicionais vêm com reservas o uso medicinal do ipê-roxo. Para o oncologista Gilmar Nepomuceno Araújo, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCC), “falta comprovação científica efetiva da eficácia e ainda não sabemos sobre os efeitos tóxicos e alérgicos e se há interferência com outros medicamentos”. Por isso, não recomenda. “Se o paciente quiser usar alguma terapia alternativa, não proíbo, desde que ele não abandone o tratamento tradicional”. 

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